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É apenas uma carona remunerada? #sobreouber

Por Mayara Sampaio | 19 de agosto de 2016


Apesar da simplicidade e praticidade com a qual o UBER se apresenta aos seus clientes, ele vai além, muito além de simplesmente uma carona remunerada. Há toda uma inteligência, um processo de gestão e de negócios que o rege e o faz estar presente em mais de 300 cidades em 45 países.

Grande expoente da economia colaborativa (pesquise "economia colaborativa" no google e uma das primeiras sugestões de pesquisa que ele vai lhe oferecer é "economia colaborativa uber"), o UBER tem conquistado cada vez mais adeptos com seus preços menores em relação aos táxis tradicionais, rapidez e agilidade dos motoristas para chegarem até àqueles que os solicitam e a possibilidade de fazer a solicitação de um carro sem necessidade de ligação, mas através de um aplicativo, e de não precisar de dinheiro em espécie para efetuar o pagamento, uma vez que os dados do seu cartão são armazenados quando é realizado o seu cadastro, o que dá ao processo bastante praticidade.

São conhecidas por grande parte da população todas as polêmicas envolvendo o UBER - taxistas reclamam que o serviço é clandestino, pois que ainda não há uma regulamentação específica para ele, e que a concorrência é desleal, visto que eles não têm os mesmos gastos nem pagam os mesmos tributos e impostos que um taxista tradicional.

A regulamentação é, de fato, uma das maiores barreiras aos novos serviços no formato economia colaborativa, o UBER não é o único a sofrer com isso; o Airbnb, por exemplo, também enfrenta suas guerras com as grandes redes hoteleiras.

Apesar disso tudo, penso que serviços como o UBER têm tido sua regulamentação não mais pela Lei e somente pela Lei, mas, especialmente, pela relação de confiança entre as pessoas.

Os próprios moldes do século no qual vivemos estão sacudindo e reinventando muitas coisas previamente estabelecidas; a tecnologia tem sido uma poderosa aliada, e geradora até, dessas rupturas, e a geração y se revela a principal consumidora e incentivadora de tal modelo.

A indústria dos táxis tradicionais se acomodou e não fez questão de se reinventar; por muitas décadas isso funcionou, mas a inércia não cabe mais nesse século rápido e dinâmico que torna as coisas, os modelos e as habilidades obsoletas muito rapidamente.

O UBER veio atender às necessidades e expectativas daqueles que já não aguentavam mais ser reféns do modelo tradicional, antigo, ultrapassado, obsoleto.

Conheço muita gente e converso com muitas pessoas e não estou sendo hiperbólica quando digo que nunca ouvi alguém falar mal do UBER; já quanto aos taxistas, bem, infelizmente, o contrário é verdadeiro.

Flávio Augusto, do Geração de Valor, fez um post da primeira vez que utilizou o serviço do UBER e foi categórico ao afirmar que nunca mais quer saber de táxi.



O problema não são os taxistas, foi o comodismo que a ideia de soberania, supremacia trouxe a eles, quase que os enraizando na zona de conforto e que se traduziu em funcionários, em sua maioria, antipáticos e completamente sem noção de como agradar minimamente ao cliente - isso para não mencionar aqueles que ao acharem/perceberem que você não sabe o caminho, tentam lhe levar pela rota mais longa; o problema para os taxistas não é o UBER, é perceber que a solução para não sucumbir é sair do conforto da zona e isso doi e é difícil, especialmente para quem ficou lá por tanto tempo.

Mas a vida é assim: update or die! Atualize ou morra!

Além do que, a evolução é constante e ninguém pode fugir dela; máquinas de datilografia tiveram seu tempo e espaço, mas hoje já não mais existem; locadoras de filmes, CD's, DVD's e tantos outros que poderíamos enumerar como exemplos. 

Hoje é iTunes, Apple Music, Apple TV, Netflix, Spotify, Rdio e etc., e etc., e etc., que estão no seu tempo áureo, mas que se não se reinventarem, um dia também serão somente histórias. 

E, novamente, update or die!

E isso também serve para nós: que nos atualizemos, inovemos, cresçamos e não nos permitamos nunca um passeio, menos ainda uma estada, na zona de conforto.

Enquanto gestor, não brigue com os novos modelos!

Una-se àquilo que dá certo; encontre a sua forma de se inserir nesse mercado, promover rupturas e realizar o seu desejo pelo lucro, pela mudança, pela revolução, qualquer que seja ele.

Carona remunerada? Não. Economia Colaborativa. Modelo disruptivo.

Colaboração é a nova revolução!


*Este post não é patrocinado.



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Finalista de Administração na Universidade Federal do Amazonas, Diretora de Filiação e Certificação no PMI AM, Pesquisadora CNPq, Curadora de Conteúdo na ABL Consultoria e Executiva de Contas na BSRM Training e Consulting.