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A Geração Y no mercado de trabalho

Por Mayara Sampaio | 1 de agosto de 2016


Com o advento da tecnologia, pessoas e organizações têm hoje novas formas de ver e interagir com o ambiente que os cerca. Na era da velocidade, onde as mudanças são constantes, os cenários são dinâmicos e as transições acontecem de forma muito rápida, aqueles que param no meio do caminho ficam por lá mesmo.

Hoje, não se pode mais dizer que não é possível fazer algo; com tantas ferramentas à nossa disposição, nunca foi tão fácil inovar, criar, romper e quebrar paradigmas - que o digam os jovens empreendedores contrariando todas as expectativas de formalidade que, em garagens, espaços de co-working ou até mesmo atrás da tela de um computador, criam, geram e consolidam negócios de impacto que são transformadores e cujos resultados financeiros são traduzidos em muitos dígitos.

Essa geração, que caminha na contramão de todas as suas antecessoras é, por certo, a mais estudada, pesquisada e considerada mais complexa.

Conceituada como "Geração Y", ela compreende os nascidos após 1980, que são os mesmos jovens cuja inserção no mercado de trabalho é a mais recente.

Esses jovens têm abandonado os postos tradicionais de trabalho, dedicado-se às causas sociais, mergulhado em experiências internacionais e investido em sua formação como nenhuma geração anterior o fez, mas a despeito de tudo isso, a motivação financeira nunca é a sua principal.



Não raro encontramos jovens Y que falam mais de dois idiomas, já tiveram experiências em um número maior de empresas do que seus pais tiveram em toda sua vida profissional. 

Fidelidade organizacional?

Isso não é lei para eles! - buscam por empregos com horários flexíveis, que lhes proporcionem um bom clima organizacional e possibilidade de crescimento, e não abrem mão de sua vida pessoal.

Há que se compreender que a Geração Y, bem como todas as demais gerações de jovens que a antecederam, tem as suas particularidades. Uma delas é que essa geração é focada em resultados e não em processos

Daí um dos grandes motivos do conflito de gerações.

...os profissionais Y têm aversão a formas e formatos...

Os Y's podem se sentir mais à vontade para trabalhar em horários menos convencionais, por exemplo, o que não significa que seu trabalho é menor ou seu resultado é inferior. Significa, apenas, que esse jovem encontrou seu melhor horário de produzir e está fazendo uso dele; afinal, os profissionais Y têm aversão a formas e formatos.

Visite a sede da Google (case mundial) e lá você verá que os funcionários podem descer as escadas, ou chegar a outro andar por um escorregador; na sede do Facebook (outro conhecido case em todo o mundo) você verá mesas de trabalho completamente individualizadas e personalizadas no sentido mais literal da palavra e, com um pouco de sorte, encontrará o CEO, Mark Zuckerberg, andando de skate pelos corredores da empresa.

Empresas nada convencionais, no entanto, revolucionárias, que foram feitas para durar, diariamente têm seus lucros e resultados aumentados exponencialmente e fazem parte de nossa vida diária.

Muitas empresas hoje têm se preparado para receber esses jovens: mudando sua política de benefícios, redefinindo layout do espaço físico - portas e paredes? os Y's querem compartilhamento e interação! - adotando políticas de horário flexível, apenas para citar alguns exemplos.

Mas como administradores, gestores, e líderes, precisamos saber: esse é o caminho correto a ser percorrido ou é somente uma onda de romantismo que logo passará?

Para responder a essa pergunta é necessária a combinação de feeling e expertise

Gerações vêm e vão, mas os impactos deixados por elas permanecem por muito tempo, mesmo depois que elas passam. 

Ainda hoje, experimentamos, nas organizações das quais fazemos parte, modelos, referências e regras ditadas e estabelecidas pelas gerações que vieram antes de nós.

Acredito na verdade de que o maior ativo que uma organização possui são seus recursos humanos; recursos esses que, independente da geração a qual pertencem, devem ser tratados com a importância devida e motivados a darem o melhor de si.

Se as novidades demandadas da gestão e das organizações por conta da chegada - barulhenta! - da Geração Y for apenas uma onda de romantismo, que surfemos nela enquanto necessário e dela extraiamos resultados.

Se for tendência, algo que veio pra ficar, que sejamos os vanguardistas - preparados e a postos para receber essa geração e trabalhar com ela, fazendo desses jovens aliados e das nossas empresas referências - não apenas no trato com a Geração Y, mas no tratamento do nosso maior recurso: as pessoas.

Agora é com você!


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*Artigo gentilmente cedido pelo site ABL Consultoria
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Finalista de Administração na Universidade Federal do Amazonas, Diretora de Filiação e Certificação no PMI AM, Pesquisadora CNPq, Curadora de Conteúdo na ABL Consultoria e Executiva de Contas na BSRM Training e Consulting.