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Os impactos positivos (ou não) do feedback

Por Flávio Resende | 20 de junho de 2016


O feedback é, cada vez mais, reconhecido como uma ferramenta valiosa para a gestão de pessoas. Isso porque ele permite que o líder chegue ao liderado e apresente, de forma construtiva, tantos os pontos fortes quanto aqueles que precisam ser aprimorados.

Assim, acaba-se criando contexto para que o profissional apresente uma melhor entrega de resultados à organização e, consequentemente, com uma melhoria de performance, tenha reais chances de ascensão interna.

No entanto, é comum sentirmos aquele frio na barriga quando sabemos que precisamos dar um feedback difícil para um subordinado. 

E o nervosismo antes daquela reunião em que sabemos que vamos receber um feedback? Sim, mas – ainda bem – existem algumas coisas que podemos fazer para facilitar este processo.

Dar feedback é uma das coisas mais relevantes que podemos fazer como líderes, porque é por meio dele que podemos ajudar alguém a se desenvolver. Ao mesmo tempo, é uma das tarefas mais difíceis porque, infelizmente, temos o costume de enxergá-lo como uma crítica – e não gostamos de criticar os outros, muito menos de ser criticados”, avalia o coach Flávio Resende, da FR Coaching Criativo e Consultores Associados.

Segundo ele, em geral, o feedback mais adequado segue uma regra bem simples: dê o contexto, exemplifique o comportamento observado e explique o impacto que este comportamento teve em você, no time ou na organização. 

“E o mais importante: termine com uma sugestão da mudança que gostaria de ver”, contextualiza.

...o poder que a palavra possui no ambiente de trabalho está diretamente ligado ao modo como ela é empregada...

“O feedback é sempre importante, desde que seja sincero e fundamentado didática e claramente. Para isso, é necessário estabelecer uma relação de transparência entre as partes para que seja mais efetivo”, complementa o coach especializado em Coaching Criativo, Empresarial e de Vida.

“O feedback efetivo é aquele dado na hora certa, no contexto certo, da forma certa e da forma mais transparente possível”, diz.

Segundo o coach, o poder que a palavra possui no ambiente de trabalho está diretamente ligado ao modo como ela é empregada. 

Por isso, deve-se tomar muito cuidado com o tom utilizado, principalmente quando o retorno for negativo. “É muito importante ter atenção com o jeito em que proferimos certas palavras, pois elas podem causar os mais diversos impactos ao receptor”, explica Flávio. 

Ou seja, na hora de dar um feedback negativo é importante estabelecer um ambiente de confiança e respeito, para que, no final, ele ajude ao invés de atrapalhar. 

Se você sente que o problema de comunicação está afetando a sua vida profissional e desencadeando situações em que você não se sente feliz, é possível usar o Coaching para trabalhar esse quiebre. 



“Atualmente, o Coaching Organizacional é uma das técnicas mais modernas de gestão. Auxilia no processo de crescimento pessoal, organizacional e estabelecimento de um clima favorável a troca de feedbacks”, conclui o coach.

DICAS VALIOSAS SOBRE COMO DAR FEEDBACK

  • Escolher momento e local adequado; 
  • Ofertar uma solução, não apenas críticas; 
  • O gestor deve tomar cuidado com as palavras, para não ser agressivo ou indelicado; 
  • O feedback deve ser feito sobre algo que aconteceu, um fato; 
  • Ser claro e objetivo, utilizando um tom de voz calmo; 
  • Não é suficiente apenas que o líder esteja preparado para dar o feedback. É preciso que a equipe também esteja preparada para participar do processo ou, caso contrário, a interpretação pode ser vista como uma "caça às bruxas"; 
  • O feedback deve ser apresentado como um instrumento de mudanças que levará ao desenvolvimento. Isso porque ele sempre mexerá na zona de conforto das pessoas e quando isso acontece, os indivíduos tendem a apresentarem resistência às inovações; 
  • Não permita que a "rádio peão" seja a primeira a dar a notícia sobre o processo de feedback. A informação deve chegar às equipes a partir das lideranças que são fontes seguras; 
  • O feedback precisa ser um processo contínuo, ou seja, não deve ser dado uma única vez e esquecido. Se isso ocorrer, melhor nem começar. A liderança deve ter em mente que através do feedback, por exemplo, surge um processo de desenvolvimento individual que permite o talento apresentar resultados expressivos e um futuro promissor na carreira. 
  • Para que o feedback ocorra é preciso que esse seja realizado em um local apropriado, sem que exista a interferência de terceiros; 
  • A liderança sempre deve ter em mente que o feedback é um processo de "mão dupla", onde tanto o líder deve se expressar quanto o liderado deve ter a vez para falar; 
  • O processo deve ser concluído com algo positivo sobre a atuação do liderado.




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Flávio Resende é jornalista, empresário e coach ontológico. Sua especialidade são as áreas de Life Coaching e Coaching Empresarial. O foco do trabalho é para que os profissionais desenvolvam novas habilidades e as competências necessárias para o alcance de alta performance no ambiente empresarial. Saiba mais...